[Correspondente internacional] Joaquim Cavalcanti e a Meia Maratona de Lisboa

March 23, 2010


Domingo 21 de março aconteceu uma prova tradicional do calendário running: a Meia Maratona de Lisboa, em Portugal, a mais antiga meia maratona do mundo. A 20ª edição da competição teve a participação de 35mil corredores e, para comemorar, teve dupla quebra de recorde. O responsável foi o eritreu Zersenay Tadese, quatro vezes campeão mundial da meia maratona, que quebrou o primeiro recorde aos 20K (55min21seg) e na distância total (58min23seg - dez segundos menor que o recorde anterior do queniano Samuel Wanjirue, em 2007). O feito foi realizado com um Nike Katana Racer nos pés.


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Nós do NIKE CORRE acompanhamos a Meia Maratona de Lisboa de pertinho. De pertinho mesmo: tínhamos o nosso enviado superespecial Joaquim Cavalcanti, que acompanha o blog, correu a prova e foi o nosso correspondente internacional.

Para chegar a Lisboa, o Joca passou por poucas e boas. Mas a vontade de fazer essa prova era tanta que superou cada empecilho com calma e tranquilidade.


A maratona do Joaquim Cavalcanti
“A Meia Maratona de Lisboa estava marcada para às 10:30h de 21de março de 2010. No entanto, essa prova começou para mim dois dias antes, quando a conexão do vôo entre o Rio de Janeiro e São Paulo atrasou 30 minutos. Resultado: perdi o voo para Lisboa e tive que refazer todo o meu planejamento para conseguir chegar a tempo da corrida”, assim começou a Meia Maratona de Lisboa para o nosso correspondente. Com esse imprevisto, remarcou a viagem para o primeiro voo do dia seguinte, sábado. Tudo parecia ir bem a partir daqui: o voo, apesar de turbulências, chegou em Madri, Espanha, dez horas depois para a primeira conexão. Lá, o Joca aproveitou para trocar o tênis e separar a roupa da corrida. Assim que colocou os pés em Lisboa, correu para o banheiro para se arrumar, afinal iria dali direto para a corrida.

Mas, mais uma vez, parece que nem tudo seria assim tão fácil. “No desembarque, uma amiga da minha irmã me esperava com o número do peito e o chip. Quando olhei para o relógio já eram 9h30 (último horário do trem que leva para o outro lado da Ponte 25 de Abril, onde seria a largada) e ainda estava na fila para pegar o taxi”, relembra. Depois de 15 minutos de espera, entrou em um taxi e ficou sabendo que seria uma tarefa impossível chegar do outro lado da ponte para a largada da Meia Maratona às 10h30min. Mas o taxista foi companheiro, fez um caminho ele cinco vezes mais longo, acelerou bastante e, com dez minutos de atraso, nosso atleta conseguiu chegar.


A Meia Maratona de Lisboa para Joaquim Cavalcanti
Toda essa correria valeu a pena. Confira os detalhes da prova, contados pelo Joaquim Cavalcanti.
“Como larguei com atraso, tive uma certa dificuldade para começar a correr, já que os corredores da Meia Maratona largaram na frente, e tive que passar o pessoal da Mini Maratona (7,5K), que eram umas 30 mil pessoas, ou seja, até o 2K não consegui nem trotar. Daí em diante consegui alguns pequenos espaços e fui iniciando minha corrida, que tranquilizou a partir dos 5K, onde os dois grupos se separavam. A temperatura estava bem agradável (por volta de 18ºC), o percurso bem plano e várias bandas ao longo da prova, o clima estava bem animado. Encontrei vários brasileiros correndo, sempre cumprimentava e retribuía aquele incentivo recebido.


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A partir do 11K os percursos se encontravam novamente, mas com separação das pistas e, assim, o pessoal da prova de 7K incentivava quem fazia a Meia Maratona. Era possível ver um clima bem familiar, avós, pais e crianças caminhavam e curtiam o passeio por Lisboa - depois fiquei sabendo que o único dia em que é possível passar a pé pela Ponte 25 de Abril é o dia da Meia Maratona.

Os 10K finais são bem interessantes, pois passamos por vários pontos turísticos de Lisboa ao lado do rio Tejo e tem um visual muito bacana. A chegada é no Mosteiro dos Jerônimos com um visual sensacional e com direito a sorvete para refrescar. Posso dizer que o meu tempo final (2h09min) não foi um dos meus melhores, mas com certeza não trocaria nenhum minuto a menos por tantas emoções vividas e recordações que ficarão para minha vida. Se for possível, quero voltar a correr essa prova uma próxima vez.”


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Fotos Joaquim Cavalcanti e divulgação


Escrito por Lara Martins, Nike Blogger

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