A jogar no Porto como um ponta-de-lança isolado, o Cristiano Ronaldo marcou um golo que possivelmente só ele poderia marcar. Foi um disparo supersónico a 40 metros, desde o meio do campo, que voou direitinho até ao canto superior de uma baliza que, até então, não conhecia uma derrota caseira nas competições europeias.
“É o melhor golo que eu marquei,” disse ele. Desafiamos-te a discordar.
Entretanto, de regresso ao Emirates, o Theo Walcott mostrava o verdadeiro significado de velocidade com um sprint até à área seguido de um cruel chapéu que praticamente sela a sua entrada no exclusivo grupo dos extremos letais.
Na noite anterior, o Didier Drogba calçou as suas Superfly para ajudar a sua equipa a passar às semi-finais, o Franck Ribery também marcou, apesar da sua equipa ter sido eliminada por um Barcelona inspirado no Daniel Alves.
O que é que se segue? Bem, este fim de semana iremos ver duas estrelas Superfly chocarem na Semi-final da FA Cup quando um rejuvenescido Didier Drogba se encontrar com o rapidíssimo Theo Walcott. Podemos esperar fogo de artifício.
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