Diz o ditado que "não basta ser mãe, tem que participar". Para a dona Leila, isso vai muito além. Tem que ser mãe, torcedora, incentivadora, crítica de futebol. Tudo pelo filho Vitor Hugo, camisa sete do Combinado 5 de Julho.
Durante a partida, ela não parou quieta um só segundo. Andava de um lado para o outro entoando muitos “Vai!”, “Vem!” e “Vamos, Cinco de Julho!”. O “alvo” preferido, mas para elogiar, é claro, era o zagueiro Heron. Reclamações? Quase nenhuma. Só contra o juiz, mas coisa de jogo, passageira. Dona Vania só desanimou quando, no finalzinho, o time tomou o terceiro gol. Ali ela sentou e viu que não tinha jeito.
“Ah! Ser mãe é isso aí mesmo! Acorda cedo para ver o filho jogar no domingo. Mas é tudo por uma boa causa”, afirmou, cumprimentando o filho, que saía cabisbaixo de campo.
Boleiro vestibulando
Vida de jogador de futebol, mesmo amador, não é nada fácil. Uma prova disso é Felipe Macedo, do Colégio Militar do Rio de Janeiro. Ele acordou cedo e foi para a Casa do Marinheiro determinado a faltar o vestibular da Universidade Estadual do Rio de Janeiro.
Mas, a sorte sorriu para ele. A equipe do Jardim Batam não apareceu e o time dele ganhou sem entrar em campo. Apressado, ele correu para chegar a tempo de fazer o vestibular e voltar para a competição.
“Cara, ia largar tudo para jogar. Futebol é o meu sonho. Já quebrei um monte de coisas, até clavícula, mas continuo jogando”, afirmou o apressado jogador/estudante, que brincou e disse que ia fazer gol no vestibular e voltar para fazer na Nike Cup.
Outro que também fez vestibular com Felipe foi Erick Barcellos. Ele garantiu que foi bem. “Fui bem em tudo e mais ou menos em física e química”, afirmou.
Veja e baixe imagens do segunda dia de competição. Basta clicar na imagem:
ESCREVA O FUTURO
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Histórias da Nike Cup RJ
13 Junho 2010
1 year, 11 months ago