Nikefootball Brasil : Outubro 2007

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O nome do número 4 do Equador é De La Cruz mas se Garrincha fosse vivo, ele seria apenas mais um João. Assim o gênio das pernas tortas costumava chamar seus marcadores, todos incansavelmente humilhados por seus dribles desconcertantes.

Pois Mané Garricha foi muito bem representado na volta da Seleção Brasileira ao Maracanã. A torcida carioca ficou encantada por Robinho e seu drible "Vai pra lá que eu vou pra cá" ou "Um pra lá dois pra cá". O nome ainda não foi 100% definido, mas só se fala disso nos blogs, escolas e nas ruas do País.

Uma inacreditável sequência de jogadas que tiveram desde a sua tradicional pedalada, passando por um breque de letra, terminando com uma espetacular 'puxeta' de um pé para o outro, que deixou João, quer dizer, La Cruz, na saudade. Para melhorar, a jogada ainda terminou em gol de Elano.

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O Maracanã estava com saudades da Seleção. A Seleção sentia falta do Maracanã. Foram sete anos de separação, que acabaram nesta quarta-feira, na partida contra o Equador válida pelas Eliminatórias para a Copa de 2010. E o reencontro não poderia ter sido melhor!

A torcida carioca deu um show nas arquibancadas. As mais de 85 mil pessoas que vestiram a camisa do Brasil e pintaram o estádio de amarelo fizeram uma linda festa antes da bola rolar. Na hora do hino, todo mundo soltou a voz e acompanhou a letra do início ao fim.  Mão no peito. Lenço para enxugar as lágrimas e veja o vídeo a seguir com o hino cantado no maior coro do futebol brasileiro.


Vendo tudo aquilo, inspiração para os jogadores não iria faltar. E não faltou. Quando Ronaldinho deu seu primeiro drible, a torcida vibrou. Robinho tabelou com Vagner Love e levantou a galera. Mas o primeiro “Uhhhhh!” veio na jogada do centroavante brasileiro, que ganhou do goleiro e chutou na trave.

Já estava na hora de sair o gol. E ele saiu em grande estilo. A bola estava com Ronaldinho na esquerda e o camisa 10 virou o jogo. Robinho dominou de cabeça e passou pra Maicon, que devolveu. Num toque de classe, o ex-jogador do Santos lançou o lateral “tanque”, que engatou a quinta, deu um drible da vaca no zagueiro e cruzou rasteiro para Vagner Love fazer o primeiro gol dele no Maracanã. 

http://blog.nikefutebol.com/wp-content/uploads/2007/10/brasil_comemora.jpg

O primeiro tempo acabou, mas o show de bola brasileiro estava apenas começando. Atacando para o outro lado, os craques brasileiros se soltaram e criaram lances sensacionais. Ronaldinho Gaúcho olhou para um lado e tocou pro outro. Vagner Love recebeu e quase marcou.

Kaká, que estava sumido, resolveu aparecer arriscando de fora da área. Ronaldinho ficou no meio do caminho e desviou para o gol. 2 a 0 para o Brasil e uma reverência no telão ao “Maestro” da camisa 10.

Se no primeiro chute Kaká contou com a ajuda de Ronaldinho, no segundo ele resolveu apostar na carreira solo. O sucesso foi instantâneo. Bola na gaveta, um golaço verde e amarelo para dar ainda mais alegria aos torcedores. A torcida não quis nem esperar a votação da Fifa e elegeu o jogador como o 'Melhor do Mundo'.

Já estava 3 a 0, todo mundo estava feliz, mas Robinho ainda queria aprontar a sua. Ele levou a bola pela esquerda e deixou o lateral De la Cruz tontinho. Foi drible pra cá, drible pra lá e o craque brasileiro fez mágica ao achar espaço onde ninguém via. Depois de uma jogada linda, o cruzamento para Elano pegar de voleio com a precisão de sua chuteira T90 branca.

http://blog.nikefutebol.com/wp-content/uploads/2007/10/robinho1.jpg

Os chutes de longe estavam dando certo e Kaká pensou: Porque eu não arriscar mais uma? Ele arriscou e se deu bem. Desta vez quem deu uma mãozinha foi o goleirão Viteri, que não segurou uma bola que veio fraquinha, fraquinha. O jogador brasileiro ficou até constrangido numa comemoração contida pelo frango do equatoriano.

Fecha a conta! A festa estava completa. Sete anos depois, a Seleção Brasileira repetiu o placar da última partida que havia feito no Maracanã. No ano 2000, 5 a 0 na Bolívia, pelas Eliminatórias para a Copa de 2002. Daquela vez, fomos para o Mundial e conquistamos o Penta. Bom sinal, né?

Agora, que venham o Peru e o Uruguai, em novembro. E que na partida contra os uruguaios, os paulistas pintem o Morumbi e façam também uma grande festa para ver mais um show brasileiro.

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(fotos: CBF e Nike)

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Lá vem o Pato...

Posted by NikeFutebol_Brasil 16/10/2007


A briga pela camisa 9 da Seleção Brasileira tende a esquentar em 2008.  Pode ser a chance de Alexandre Pato conquistar seu lugarzinho entre os convocados de Dunga no ano que vem. O técnico da seleção, que antes havia deixado de lado a possibilidade de convocar o ex-jogador do Internacional, agora já considera a questão.

“O menino é promissor, gosto muito do futebol dele. No momento que ele estiver jogando pelo Milan, vai ter sua oportunidade”, disse o treinador. Como Pato só vai começar a jogar pelo time italiano no ano que vem, só poderemos vê-lo com a camisa amarela em 2008. Mas vai valer a pena esperar...

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Ronaldinho é gaúcho, como todo mundo sabe e ele é internacionalmente conhecido. Mas o Rio de Janeiro tem um lugar grande no coração do craque.

"Tenho lembranças muito boas do Rio. Joguei no Maracanã ao lado de Romário, jogador que sempre me deu muita força e é um dos responsáveis por eu ter chegado onde cheguei", disse o jogador, concentrado no hotel da Seleção Brasileira.

"Sempre passei férias aqui. Os treinos todos das seleções de base eram por aqui. Eu ainda passei um período mantendo a forma no Bangu quando saí do Grêmio. E até meu filho é carioca", relembra o 10R.

Só tem um momento em que Ronaldinho nega qualquer identidade com a Cidade Maravilhosa. Quando perguntado qual time torce no Estado, responde sem titubear.

"Sou Grêmio até no Rio de Janeiro."

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Um show em três atos. O vídeo de bastidores durante um comercial gravado há alguns meses pela Nike na Espanha deu o que falar no mundo da web nos últimos dias.

Nele, Ronaldinho Gaúcho aparece com a bola no pé e, mesmo sem aparecer no quadro, acerta a bola na cesta de canhota para delírio dos figurantes e do diretor do comercial, que o reverencia. Foi apenas um ensaio, nem valendo ainda estava, mas a bola foi lá dentro!

Primeiro, veja o tal vídeo polêmico.


Agora, dá só uma olhada no que disse Ronaldinho durante os treinos, confirmando o seu feito.


E, por último, veja o resultado final do comercial, que reuniu outras duas feras do esporte além de 10R, o tenista Rafael Nadal e o jogador de basquete da NBA Pau Gasol.

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“Mais importante do que vencer a Copa América é voltar a jogar aqui no Brasil. E mais importante que isso é ver a torcida demonstrando todo seu amor pela seleção brasileira.” Palavras do técnico Dunga, que não esconde a expectativa pelo jogo de quarta-feira, contra o Equador, no Maracanã.

Será uma volta para matar a saudade do torcedor brasileiro, que não vê o time por aqui desde 2005, e principalmente do torcedor carioca, que espera um jogo da seleção desde o ano 2000.

Além de tudo isso, a partida também será a primeira de Dunga no comando da seleção diante de sua própria torcida. O técnico já dirigiu o time em 21 jogos, todos no exterior. E a estréia logo no Maracanã terá um gostinho ainda mais especial. “Não só pra mim. Todos os jogadores e a comissão técnica esperavam esse momento de voltar a jogar em casa. E todos os ingressos foram vendidos em três dias! Agora queremos ver aquela bonita festa que só o torcedor brasileiro sabe fazer”, completou.

O auxiliar Jorginho, que quando era jogador defendeu o Flamengo por muitos anos e fez vários jogos no Maracanã, também falou sobre a expectativa pelo jogo contra o Equador. “Eu que sou carioca tenho um sentimento especial por jogar no Maracanã. É um palco mundial do futebol e sempre é um prazer pra todos jogar nesse estádio”.

Nova camisa

Para comemorar a volta da seleção ao Maracanã, a Nike lançou uma nova camisa para a torcida brasileira. Com o desenho do estádio e das ruas em volta dele, além da latitude e longitude exatas do círculo central do campo, a camisa terá um preço especial, acessível, para que todos possam comprá-la.

O modelo adulto custará R$ 60,00 e o infantil R$ 50,00. A novidade já está nas lojas para todos que quiserem guardar uma lembrança deste jogo especial. E os paulistas também terão a sua. Em novembro, quando a seleção jogar contra o Uruguai no Morumbi, a Nike lancará mais uma camiseta comemorativa. Vai virar item de colecionador!

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Lembra daquela história de que toda estréia é difícil, complicada?? Pois é, aconteceu mais uma vez... A seleção brasileira foi até a cidade de Bogotá, a 2650 metros de altitude, e encarou a seleção da Colômbia apoiada pelos 41 mil colombianos que lotaram o estádio El Campín.

A partida estava marcada para as 19h (horário de Brasília), mas uma forte chuva fez com que o árbitro paraguaio Carlos Amarilla adiasse o início do jogo em 45 minutos. Quando a bola rolou, o Brasil teve que segurar a empolgação dos donos da casa, que vieram pra cima.

O atacante Rentería teve duas boas chances, em cabeçadas defendidas por Júlio César. Vagner Love, em boa jogada de Kaká, e Ronaldinho Gaúcho deixaram o placar dos gols perdidos empatados no primeiro tempo.

Na segunda etapa, com os times mais cansados, foi hora de arriscar de fora da área. Mineiro deu o chute que levou mais perigo ao goleiro Julio, da Colômbia. Mas o nosso Júlio, o goleiro Júlio César, também teve trabalho num chute forte de Grisales. E num jogo tão igual, o 0 a 0 foi inevitável.

Agora, a seleção volta pra casa e inicia a contagem regressiva para o jogo contra o Equador, quarta-feira, no Maracanã. A última vez que o Brasil jogou em território brasileiro aconteceu há pouco mais de dois anos, no dia 12 de outubro de 2005, na última rodada das Eliminatórias para a Copa de 2006. O adversário foi a Venezuela, que tomou 3 a 0 no estádio Mangueirão, em Belém.

A saudade da torcida brasileira é grande e todos os 70 mil ingressos colocados à venda já foram vendidos. O Maracanã vai estar lotado, pronto pra comemorar a primeira vitória da seleção rumo à Copa da África do Sul!

Mais fotos desta partida, clique aqui, na galeria da CBF.

(fotos: CBF)

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A polêmica está no ar. O meia Kerlon, do Cruzeiro, inventou o drible da foquinha quando defendia a seleção brasileira em um Campeonato Sul-Americano Sub-17. A habilidade do jogador chamou a atenção e logo vieram alguns dizendo que a invenção era um “desrespeito aos adversários”.

Na seleção principal, tem gente que sabe muito de bola e discorda inteiramente dessa afirmação. Ronaldinho Gaúcho e Robinho, dois dos mais habilidosos jogadores do mundo, elogiaram o drible e não descartaram a idéia de utilizá-lo em algum momento. “Eu tenho as pedaladas, ele tem o drible da foca. É legal ver esses lances no futebol e tomara que eles apareçam cada vez mais”, comentou Robinho.

Já Ronaldinho, que nesta sexta-feira ganhou uma foquinha de pelúcia de Dadá Maravilha, enalteceu a criatividade de Kerlon. “Eu nunca fiz, mas é um lance muito bonito. Acho muito bom quando algum jogador tenta fazer coisas novas com a bola dentro do campo”, falou o craque.

Pedaladas, elásticos, carretilhas, chapéus... só falta mesmo o drible da foquinha no repertório desses dois craques. Quem sabe eles não resolvem adotar...

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13 de outubro de 1977. Uma data que está na ponta da língua de qualquer corintiano. Há exatos 30 anos do Timão terminava um jejum de títulos que marcou sua história.

O gol de Basílio no Morumbi na partida contra a Ponte Preta tirou um grito da garganta que estava entalado há quase 23 anos. Jejum, aliás, que em vez de fazer o time cair no esquecimento, só fez a torcida aumentar. Uma massa apaixonada pelo TIME DO POVO se formou em pleno sofrimento.

Não à toa, a camisa que o Corinthians usa nesta temporada é baseada na camisa de 77. Uma justa homenagem ao título que é considerado um dos mais importantes da história do clube.

Na foto, quatro dos heróis daquele dia, vestindo a camisa atual do time. Zé Maria, Geraldão, Basílio e Tobias.

Parabéns aos campeões de 1977.

Vai, Corinthians!

(foto: Luis Pires/ZDL)

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12 de outubro. Dia das crianças. Feriado. Combinação perfeita para que muita gente fosse até a Granja Comary para acompanhar o último treino da seleção em terras brasileiras antes da viagem para a Colômbia.

Milhares de pessoas foram ao centro de treinamento brasileiro. E mais da metade desse povo era composto por crianças. Uma molecada cheia de energia, que deixou o treino ainda mais alegre.

Para homenageá-las, os jogadores estenderam uma grande faixa antes do início do treino.

http://blog.nikefutebol.com/wp-content/uploads/2007/10/criancas2.jpg

Era o que faltava para começar a tietagem. Logo no aquecimento, a garotada elegeu um novo xodó: Afonso! A todo o momento, o coro gritando o nome do jogador era o som mais ouvido na Granja Comary.

Os outros integrantes da Seleção também tinham vez. Robinho levantou a galera com uma “carretilha” sobre Daniel Alves.

Assim, com a energia positiva de milhares de pessoas, a seleção se despediu da Granja para encarar o primeiro desafio das eliminatórias, contra a Colômbia, no próximo domingo, em Bogotá.

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Fotos e frases clicando abaixo: 

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  • “Eu ganharia o lugar do Mineiro”, Éster, volante da seleção feminina de futebol, garantindo que joga mais que o titular do time masculino. 
  • “Eu quero jogar as Olimpíadas. Quando tinha a idade, o time não se classificou. Agora, quero ter a chance de ganhar a medalha de ouro.” Kaká, ao responder sobre seus projetos para o futuro.
  • “Graças a Deus, ele não veio. Fica mais fácil pra gente.”, Maicon, referindo-se ao zagueiro Ivan Córdoba, seu companheiro de Internazionale (ITA), que brigou com o técnico da seleção colombiana e recusou a convocação para os jogos das eliminatórias. 
  • “Quem sabe um dia eu não estou lá também?”, Maicon, respondendo sobre o número de brasileiros na lista de concorrentes ao prêmio de melhor jogador do mundo. 
  • “O Amor é lindo”, Dadá Maravilha, a todo o momento.
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    Dadá Maravilha é o recordista de gols em uma única partida no futebol brasileiro. Fez 10 na vitória do Sport contra o Santo Amaro por 14 a 0, em 1976. Afonso Alves se apresentou à seleção depois de marcar sete de uma vez só, na goleada do Heerenveen sobre o Heracles, lá na Holanda.

    Nesta quinta-feira, os dois multigoleadores se encontraram na Granja Comary. Dadá chegou dando suas dicas. “Você é um fazedor de gols, tem que ficar dentro da área e, acima de tudo, tem que ousar mais”. Tímido, Afonso aceitou os conselhos e ouviu atentamente as sábias palavras de Dadá.

    Mas quando resolveram falar sobre os jogos em que os dois arrebentaram, o tricampeão do mundo em 1970 ficou um pouco decepcionado. Dadá “peito-de-aço”, que ficava parado no ar como um beija-flor, descobriu que nenhum dos 7 gols marcados por Afonso naquela partida havia sido de cabeça. “Dos meus 10, 6 eu fiz de cabeça”.

    Para finalizar, mais um conselho. “Afonso, eu não sabia nem dominar a bola direito, mas na frente do gol não tinha pra ninguém. E é assim que um goleador tem que ser. Recebeu o lançamento, tem que partir pro abraço!!”

    No treino, parece que as dicas fizeram efeito. Afonso foi titular no segundo tempo do coletivo e fez o gol do seu time no empate por 1 a 1 com a equipe reserva.

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    “O ataque é ótimo, mas a defesa...”. Por muitos anos, essa frase foi o slogan da seleção brasileira. A torcida ficava encantada com os atacantes, mas não tinha confiança nos zagueiros.

    Isso mudou. Na última Copa, a seleção não foi bem. Perdeu nas quartas-de-final e foi eliminada. Mas Juan e Lúcio, as torres da defesa brasileira, deixaram a Alemanha debaixo de elogios da crítica.

    Nos treinos da seleção, na Granja Comary, o que se vê é uma dupla afinada. Os dois não param de falar nenhum minuto durante o coletivo. “Cobre a esquerda, Mineiro!”, “Fecha o chute, Gilberto!”, “Vem na sobra, Elano!”. Sobra ordem pra todo lado... E todas são obedecidas imediatamente.

    Pinta de capitão, os dois têm. Juan levou a tarja na final da Copa América contra a Argentina e teve a honra de levantar a taça na Venezuela. Lúcio é o favorito para ser o capitão. Lamenta apenas não poder votar em seus companheiros na votação de Melhor do Mundo da Fifa (os capitães votam, assim como os treinadores, desde que não votem os jogadores de seu país). "Votaria no Kaká, mas como não posso, fico com o Gerrard", disse, revelando seu voto.

    Seja quem for o comandante, o que não falta aos dois é liderança em campo rumo a mais uma Copa do Mundo.

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    Ronaldinho Gaúcho sabe como poucos o que é vestir a camisa da seleção brasileira. Desde 1992, ele marca presença na Granja Comary. Já passou pelos times sub-15, sub-17, sub-20, jogou até na seleção olímpica e agora completa 100 convocações para a seleção principal.

    A primeira foi em 1999, para a inesquecível Copa América, do inesquecível gol contra a Venezuela. Depois disso, vieram muitos outros gols e vários títulos. Copa América, Copa das Confederações, Copa do Mundo!

    “Estou aqui desde os 12 anos. Conseguir se manter na seleção brasileira durante tanto tempo é razão de muita alegria”, diz o sorridente gaúcho, que é presença certa no time que enfrenta a Colômbia no domingo e o Equador, na próxima quarta-feira.

    Dá uma olhada nos números de Ronaldinho com a camisa da seleção principal:

    Ronaldo de Assis Moreira

    • 1ª jogo pela seleção principal: Brasil 3 x 0 Letônia (26/06/1999)
    • 1º gol pela seleção principal: Brasil 7 x 0 Venezuela (30/06/1999)
    • 100 convocações
    • 83 jogos
    • 5775 minutos jogados
    • 33 gols marcados

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    Craques do Brasil personalizam chuteiras antes de estréia nas Eliminatórias

    Vai começar mais uma caminhada da seleção brasileira rumo ao hexa. No próximo domingo, dia 14/10, o Brasil vai à Bogotá para fazer sua estréia nas eliminatórias sul-americana contra a Colômbia.

    E para uma ocasião tão especial, os jogadores brasileiros ganharam chuteiras personalizadas. O zagueiro Juan, por exemplo, tem seu nome escrito em sua T90. Por baixo ou pelo alto, os atacantes adversários vão saber quem estão enfrentando.

    http://blog.nikefutebol.com/wp-content/uploads/2007/10/chuteira_juan.JPG

    Já o lateral Daniel Alves fez um registro todo especial. Toda vez que tocar na bola, vai lembrar de Dani Filho, o primeiro herdeiro que acaba de chegar.

    Robinho ainda espera pelo seu, mas não fica pra trás. Além de toda a sua habilidade, ele vai avisar os adversários que sua namorada Vivi está esperando o futuro craque Júnior! Ou Robinhozinho...

    Detalhes que aumenta ainda mais a motivação de nossos jogadores, em busca da vaga na próxima Copa... em busca do Hexa!!!

    http://blog.nikefutebol.com/wp-content/uploads/2007/10/chuteira_dani_alves.JPG

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    Prestes a completar 40 dias na Itália, Alexandre Pato segue no seu processo de adaptação ao país e ao seu novo clube.

    O jogador deve fazer mais um amistoso pela sua nova equipe, nesta sexta-feira, contra o Athletic Bilbao no lendário estádio San Mamés, a Catedral, no País Basco.

    Enquanto aguarda com ansiedade 13 de janeiro de 2008, quando finalmente poderá juntar-se a seus companheiros em torneios oficiais, Pato segue conhecendo a sua nova cidade.

    O jogador mora em Pinerolo, na zona de San Siro, perto de todos os brasileiros que jogam no Milan e também na Inter, tais como Cafu, Dida, Julio César, Maicon, Kaká, Ronaldo, Émerson, entre outros. O computador ajuda na comunicação com a família no Brasil, ainda que seu pai passe alguns dias com ele por lá.

    O jornal Gazzetta dello Sport, nesta quarta-feira, publicou que Pato já elegeu seus restaurantes preferidos, todos indicados pelos colegas há mais tempo na cidade. O brasileiro Berimbau e outros como Giannino, Marguera e la Torre del Mangia estão entre eles.

    Apesar de ser festejado por todos e ser sempre convidado pelos casados para para passeios e jantares, até pela idade, segundo o jornal italiano, Pato virou companheiro de Digão, irmão de Kaká de 21 anos que também joga no Milan, e de Danilo, filho de Cafu, que tem 19 anos.

    Entre as aulas de italiano que faz e os treinos, Pato tem também aulas de direção. Prepara-se para encarar a prova para ter habilitação em 2008. Por enquanto, ensaia com um instrutor pelas ruas próximas a Milanello.

    2008 será um grande ano para Pato sem dúvida. Carteira de motorista na mão. Permissão para jogar no Milan e, quem sabe, uma convocação inédita para a Seleção Brasileira principal.

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    Niki Meta: O Fanático

    Posted by mickey_pickles 10/10/2007

    Niki Meta costumava fazer dribles com a bola em seu apartamento no sudeste de Londres. Agora ele viaja pelo mundo como jogador da Street League. Ele descreve o futebol como “meu jogo” e você pode ver por quê.

    Das peladas quando era garoto até jogar na Street League, Niki conta por que desenvolveu tamanha paixão pelo futebol e revela o segredo dos melhores jogadores de futebol de salão – controle, técnica, velocidade e força. Como os brasileiros.


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    A seleção brasileira se apresenta na próxima terça-feira e começa os treinos para a estréia nas Eliminatórias contra a Colômbia, que acontece no dia 14 de outubro em Bogotá.

    Poucos dias antes de se concentrarem para o início da busca por uma vaguinha na próxima Copa, os brasileiros foram destaque na rodada de fim-de-semana dos campeonatos nacionais da Europa.

    Na Inglaterra, Elano fez dois gols na vitória por 3 a 1 do Manchester City sobre Middlesbrough e colocou seu time na terceira colocação do campeonato. Na Espanha, Ronaldinho Gaúcho ajudou o Barcelona a passar por cima do Atlético de Madrid.

    Na Itália, Doni fechou o gol e viu a Roma bater o Parma por 3 a 0, fora de casa. E Kaká balançou as redes duas vezes e ainda deu uma linda assistência na goleada do Milan sobre a Lazio por 5 a 1.

    Mas o principal destaque veio da Holanda. O Heerenveen deu uma surra histórica no Heracles Almelo e mandou um 9 a 0! E sabe quem é o centroavante do Heerenveen??? Afonso Alves (foto). Agora advinha quantos gols ele marcou nesta partida. 1,2,3,4,5,6... 7 gols em um jogo só!!!

    Agora é torcer pra que ele traga essa mesma inspiração para os jogos da seleção... aí vai ser gol pra todo lado!

    (foto: divulgação CBF)

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    A semana não foi boa lá pelos lados do Morumbi. Depois de encarar o espetáculo rubro-negro no Maracanã, foi a vez de apanhar em casa, de um Corinthians cheio de vontade e raça!

    O Todo Poderoso Timão foi para o clássico com tudo contra. A posição na tabela. O retrospecto nos últimos jogos. A defesa menos vazada do campeonato pela frente.

    Com todo o respeito, tudo um grande blá-blá-blá. Conversa. Em campo, o Timão mostrou que tem o coração no bico da chuteira. O amor à camisa falou mais alto e o Corinthians venceu por 1 x 0, gol do capitão Betão.

    Depois de vencer o Santos, a vitória contra em mais um clássico, e contra o líder, serve para colocar o Corinthians de volta aos eixos na reta final.

    E mostrar que respeito é bom e a massa corintiana gosta!

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    Caiu o tabu! O Barcelona ficou três temporadas sem vencer o Atlético de Madri no Camp Nou, mas desta vez resolveu mostrar todo seu futebol para bater um de seus maiores rivais! O time da Catalunha ganhou por 3 a 0 e deu um show de futebol diante de sua torcida.

    Ronaldinho estava inspirado, Henry procurava sempre a melhor colocação, Deco comandava o meio-campo com maestria e Messi dava show. Assim, não demorou para sair o primeiro gol. Messi cruzou, o goleiro Abbiatti saiu mal e Deco tocou para o gol vazio.

    Quatro minutos depois, em uma linda jogada, Messi recebeu de Henry, tabelou com Ronaldinho e mandou no canto para fazer o sexto gol dele na temporada e se tornar o artilheiro isolado do Campeonato Espanhol.

    O Atlético não conseguiu ver a cor da bola,  mas viu o Barça assustar várias vezes. Na última delas, já no finzinho do jogo, saiu o terceiro gol. O mexicano Giovanni dos Santos mandou pra área e Xavi fechou a conta.

    Com o resultado, o Barcelona chegou a 17 pontos e já está na vice-liderança do campeonato. Já o Atlético segue com seus 11 pontos e é o sexto colocado.

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    Domingo é dia de futebol no mundo inteiro. Mas tem alguns domingos que são ainda mais especiais. Neste dia 7 de outubro, por exemplo, a Espanha vai parar para ver um grande clássico entre Barcelona e Atlético de Madri.

    E esse jogo tem história... Desde a temporada 2003-2004, quando venceu os rojiblancos por 3 a 1, o Barcelona não consegue bater o Atlético em seu estádio. Nos últimos três jogos, foram duas vitórias para o time de Madri e um empate.

    Para o clássico de domingo, um duelo de artilheiros pode definir quem sairá vencedor. Os argentinos Messi, do Barcelona, e Agüero, do Atlético, têm 5 gols cada e são os principais goleadores do torneio até agora.

    Além disso, o jogo vai marcar reencontro de Ronaldinho com a torcida do Barça. Afastado por uma contusão, ele ficou fora de alguns jogos e voltou ao time na vitória contra o Stuttgart, pela Liga dos Campeões, na Alemanha.

    Barcelona e Atlético, duas das equipes de ponta européias que usam uniforme da Nike, também costumam protagonizar comerciais para a marca. Veja um deles, como este abaixo.


    Barcelona x Atlético de Madri tem transmissão ao vivo neste domingo, às 11h55, na Espn.

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    Fora do campo eles são irmãos. No campo, rivais. Tyrone e Byrone disputam a Power League para vencer. O amor fraterno pode esperar.

    Veloz como um raio, preciso no passe, com finalizações perfeitas. Tudo se reduz a isso naqueles 30 minutos? Os irmãos Andrews acham que sim. Quem vê como eles jogam não discute.

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    O Barcelona, como todos os anos, tem um uniforme número 2 diferente. A camisa é geralmente usada para jogar fora de casa, já que nos jogos em que é mandante joga com o tradicional uniforme azul e grená.

    Com dois tons de azul mais claros, a camisa chamou a atenção na partida contra o Stuttgart pela segunda rodada da Champions League. E deu sorte. No jogo, Ronaldinho comandou as ações do time, que venceu por 2 x 0 fora de casa.

    Os uniformes, tanto número 1 como 2, têm bordados uma homenagem aos 50 anos do estádio Camp Nou, a lendária casa do time catalão, que foi fundada em 24 de setembro de 1957.

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    “Eu amo futebol. Jogo em qualquer lugar.” Sanders Omoshebi passa todo seu tempo livre com uma bola nos pés, seja atrás de uma caldeira no trabalho ou arrasando num campo do sul de Londres.

    Sanders afirma que autoconfiança é tão importante quanto talento. Este jovem atleta tem ambas coisas em quantidade suficiente para se tornar profissional.


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